Inequity and Distributive Economic Analysis
— Brazilian Survey
Pesquisa nacional com especialistas e decisores em ATS que busca compreender como a equidade pode ser incorporada nas avaliações econômicas em saúde no Brasil.
Você está sendo convidado(a) a participar de uma pesquisa inédita que busca compreender como a equidade pode ser incorporada nas avaliações econômicas em saúde e de que forma esses critérios podem influenciar decisões sobre a incorporação de tecnologias no Brasil.
A Análise de Custo-Efetividade Distributiva (DCEA) é uma abordagem emergente que amplia a avaliação econômica tradicional ao considerar não apenas a eficiência no uso dos recursos, mas também como os benefícios em saúde são distribuídos entre diferentes grupos populacionais.
O estudo IDEA-BraS tem como objetivo identificar critérios de equidade prioritários para o contexto brasileiro e estimar parâmetros sociais de aversão à desigualdade em saúde, produzindo evidências que possam apoiar decisões mais justas, transparentes e eficientes na Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS).
"Sua experiência e julgamento profissional são essenciais para avançarmos na integração entre equidade e eficiência no Brasil."
20 a 25 minutos
Questionário On-line
Voluntária e Confidencial
O questionário inclui perguntas sobre percepções sobre equidade e cenários ilustrativos de decisões em saúde que envolvem diferentes distribuições de benefícios. Você será convidado(a) a refletir sobre essas situações e expressar suas preferências.
As análises de custo-efetividade distributivas (DCEA) são uma extensão da avaliação econômica em saúde que incorpora explicitamente a dimensão da equidade. Enquanto a avaliação convencional estima o ganho médio (ex: QALYs), a DCEA avalia como esses ganhos se distribuem entre diferentes grupos populacionais.
Um dos principais desafios é a ausência de evidências sobre quais dimensões de desigualdade são consideradas prioritárias e qual o grau de aversão social à desigualdade no Brasil.
O estudo IDEA-BraS busca justamente preencher essa lacuna, produzindo evidências empíricas para apoiar o SUS.
Ao final do questionário, você poderá informar seu e-mail para receber um resumo antecipado com estimativas inéditas de aversão social à desigualdade em saúde no Brasil.
Mesmo que você não tenha experiência prevía com análises distributivas, sua perspectiva é fundamental para compreender como a equidade deve ser considerada na ATS brasileira.
Estou pronto para participarCoordenadora Responsável
Farmacêutica (UNESP), com residência (UFPR), mestre e doutora em Ciências Farmacêuticas (UFPR) e pós-doutorado em ATS (UNESP). Gerente de pesquisa no HAOC e representante regional no Comitê Gestor da REBRATS.
Pesquisadora
Farmacêutica (UFMG), mestre e doutoranda em Medicamentos e Assistência Farmacêutica (UFMG). Especialista em Economia e Gestão da Saúde (UNICAMP).
Pesquisadora
Farmacêutica (UNIOESTE), mestre e doutora em Ciências Farmacêuticas (UFPR), especialista em Data Science e docente na Unibrasil.
Pesquisadora
Farmacêutica (UFJF), mestre em Medicamentos e Assistência Farmacêutica (UFMG) e especialista em Economia e Gestão em Saúde (UNICAMP).
O estudo é conduzido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), instituição de referência nacional em Avaliação de Tecnologias em Saúde, com atuação consolidada em projetos estratégicos para o Ministério da Saúde.
Chamada CNPq/DGITS/SECTICS/MS nº 35/2024
Integra o projeto “Inovação em Métodos e Desenvolvimento de Estudos em ATS no Brasil”, financiado pelo Ministério da Saúde.